Supervisão clínica em psicologia analítica
Um espaço reservado para pensar a prática: os casos, o manejo, o que acontece na relação terapêutica e o que o material clínico traz de simbólico. Individual, online, na perspectiva junguiana — aberto a psicólogos de qualquer abordagem.
O que acontece na supervisão
A clínica coloca perguntas que nem sempre cabem no expediente: o caso que não avança, a sessão que sai de um jeito difícil de nomear, a dúvida sobre o próprio lugar na relação terapêutica. A supervisão é o espaço protegido onde essas perguntas podem ser abertas com calma — sem julgamento e com método.
Discussão de casos
Estudo detido do material clínico que o supervisionando traz, sempre de forma anonimizada. O objetivo é ampliar a compreensão do caso — hipóteses, caminhos de manejo, limites — e não ditar conduta.
A relação terapêutica
Transferência e contratransferência como instrumentos de trabalho: o que o psicólogo sente e vive na sessão também é informação clínica, e merece um lugar seguro para ser pensado.
O simbólico no material
Na perspectiva junguiana, sonhos, imagens e repetições que aparecem no atendimento são portas de leitura do processo. A supervisão ajuda a reconhecê-las e a trabalhá-las com rigor.
Da primeira clínica à mudança de rumo
A supervisão acompanha momentos diferentes de uma trajetória: quem está recém-formado e constrói os primeiros atendimentos; quem já tem prática consolidada e quer se aproximar da psicologia analítica; quem atende online — inclusive brasileiros no exterior — e busca interlocução sobre as particularidades desse formato.
Não é preciso já trabalhar com a abordagem junguiana. É preciso, apenas, interesse genuíno em pensar a própria prática.
Como funciona
- Encontros individuais, online, de 50 minutos
- Frequência combinada com o supervisionando — semanal ou quinzenal
- Casos apresentados de forma anonimizada; o dever de sigilo se estende integralmente à supervisão
- Em português ou em inglês
- Para psicólogos com CRP ativo e recém-formados
Uma prática que também passou pelos mesmos lugares
Sou psicólogo clínico, especialista em Psicologia Clínica, com formação em psicologia analítica pelo Instituto Junguiano da Bahia e formação complementar em neuropsicologia. Somo mais de dez mil horas de atendimento — com ampla experiência no acompanhamento de psicólogos e outros profissionais de saúde — e atividade de pesquisa como colaborador do NuCuS, na UFBA. A supervisão que ofereço nasce dessa combinação: prática clínica extensa, estudo continuado e a experiência concreta de atender online, em duas línguas, pessoas no Brasil e no exterior.
Perguntas frequentes
Não. A supervisão é aberta a psicólogos de qualquer abordagem. A leitura que ofereço parte da psicologia analítica, e muitos supervisionandos a procuram justamente para se aproximar desse referencial — mas o ponto de partida é sempre a prática real de quem chega, não a filiação teórica.
Sim. Os casos são apresentados de forma anonimizada, sem dados que permitam identificar o paciente, e o dever de sigilo profissional cobre integralmente o que é conversado na supervisão — nas duas direções.
Não. A supervisão acompanha a prática clínica — não é curso, não emite certificação de abordagem e não substitui a análise pessoal do psicólogo. São três pilares distintos e complementares da formação continuada.
O primeiro passo é uma conversa breve pelo WhatsApp, para entender o momento da sua prática e o que você busca na supervisão. Condições e valores são tratados nessa conversa — por escolha ética, não publico preços no site.
A prática clínica não precisa ser um exercício solitário
Se a supervisão faz sentido para o seu momento, o caminho começa com uma conversa.